domingo, 6 de novembro de 2016

MOISÉS ERA NEGRO?


Este texto tem como interlocutor uma pessoa que não está mais neste mundo: o meu amigo Milton Schwantes (1946-2012). Para quem não sabe, Schwantes foi um notável teólogo luterano, biblista internacionalmente reconhecido e professor na área das ciências da religião.

Milton Schwantes era perito nos livros que compõem a Torah, nome hebraico do Antigo Testamento, que conhecia como a palma da mão. Era igualmente um especialista em hebraico, aramaico, grego koiné e em ugarítico, esta última uma língua semítica extinta desde o Século XII A.C.

Além disso, se destacou como autoridade nas culturas que compunham o mundo bíblico de antanho, que grosso modo integravam o que hoje a geografia define como Oriente Médio.

Seria imperioso registrar que a sabedoria de Schwantes deixou marca indelével em todos que tiveram o privilégio em conhecê-lo e desfrutar dos seus ensinamentos. Inclusive eu, com quem cultivei uma carinhosa amizade nos idos dos anos 1980, um tempo memorável, cadenciado pelos debates e discussões travadas no antigo Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI).

Foi assim que certa vez, numa prosa mantida com Schwantes, veio à baila um tema relacionado com Moisés, o grande legislador judeu, nome que para a eternidade está associado ao Asereth ha-D'bharîm (הדברים עשרת). Isto é: os Dez Mandamentos ou o Decálogo.

Personagem icônico, Moisés é nexo magnetizador no pensamento judaico-cristão. Como tal, ocupou o centro de muitos debates filosóficos e no campo da teologia, sendo ao mesmo tempo homenageado em peças culturais e artísticas, dentre as quais, a célebre escultura de Michelangelo Buonarroti (1475-1564), considerada um marco do Renascimento (FIGURA 1).

FIGURA 1: A estátua de Moisés, tal como representado pelo artista toscano, instalada na Basílica de San Pietro in Vincoli, ou Basílica de São Pedro Acorrentado, em Roma.


Tendo este ilustre personagem em foco, Schwantes, que também era um grande contador de histórias, passou então a comentar um episódio da história de Moisés que por sinal é de amplo conhecimento, inclusive do público leigo em Bíblia. Mas, que envolve uma nota particular que não escapou ao aguçado e perspicaz olhar de Milton.

Então, eis que transcorreu um animado comentário a respeito de uma passagem do livro do Êxodo, o segundo livro da Torah, no qual está consignado que Moisés, deambulando pelo deserto, topou com um poço no qual as filhas de Jetro, o maior dos sacerdotes terras de Madian, estavam a tirar água da fonte para dessedentar os rebanhos.

Neste grupo constava Tzipporah (צִפוֹרָה) ou Zipora em português, que mais tarde, tal como a Bíblia nos conta, se tornaria mulher de Moisés. 

Retenha-se que a Bíblia mantém permanente preocupação com o nome dos seus personagens. Tzipporah deriva do hebraico צִפּוֹר (tzippor), reportando a “pássaro”, “pássaro pequeno” ou “pardal”. Há quem avente a associação deste nome com o canto dos pássaros, o chilro, indicando que o Tzipporah seria uma mulher amável e delicada.

Seguindo com a narrativa do evento, o valoroso Moisés, chegando ao local no meio da sua caminhada pela escaldante paisagem de Madian, se deparou como assim nos ensina a Bíblia, com as filhas do madianita Jetro no olho d’água.

Mas não só. No local também encontrou um incômodo grupo de pastores locais, seguramente uma versão ancestral dos atuais bad boys, que estavam a apoquentar e assediar as moças. Talvez dando curso ao que hoje denominamos de bullying. Ou pior, planejando algo nada civilizado.

Moisés, homem altivo, cortez e valoroso, não deixou por menos. Enfurecido com o mau caratismo deste bando de cafajestes, partiu em defesa das moças. “Foi para o pau”, como hoje coloquialmente dizemos. E rapidinho, pôs os malfeitores a correr.

Eis que aquele homem, fugitivo do país onde nascera e fora criado, o Egito, havia salvado a honra das filhas de Jetro. Havia tomado esta atitude por puro senso de justiça. E fez o que fez sem maiores delongas.

Neste momento a Bíblia relata que prontamente Tzipporah correu para as tendas de Jetro, e disse-lhe: “Pai, um egípcio salvou- nos dos pastores”.

Ao repetir este trecho do Bamidbar (במדבר) ou do livro de Êxodo (2: 18-20), Milton então inteligentemente ponderou: “Irmão (era assim que Schwantes se dirigia à mim), há um ponto muito interessante nesta passagem. Note bem: como é que Tzipporah sabia que Moisés era egípcio? Ora, Moisés não havia se apresentado. Então, como Tzipporah sabia da procedência de Moisés?

Certo é, argumentou Schwantes, que Tzipporah não havia notado o pedigree de Moisés pelo vestuário. O grande legislador, que mais tarde teria a honra de receber do Altíssimo os Dez Mandamentos, não estava vestido à moda egípcia. O deserto é um nicho ecológico específico e impõe aos que tem a pretensão de atravessá-lo roupas adequadas para esta verdadeira peripécia.

E mais: não poderia estar com os trajes típicos do vale do Nilo pela simples razão que havia feito justiça com as próprias mãos ao matar um capataz do Faraó que estava a chicotear um escravo hebreu. Qual seja: estava na lista dos delinqüentes procurados do Faraó.

No mais, o Egito mantinha um ativo serviço de espionagem no entorno geográfico do país. Particularmente, estava em alerta permanente quanto às movimentações dos nômades, uma ameaça persistente às fronteiras do Estado e à estabilidade política que os egípcios cultivavam como ponto de honra de sua civilização.

Deste modo, qualquer um que ousasse vaguear pela periferia do Egito vestido como egípcio seria rapidamente detectado. No caso de Moisés, seria capturado e levado ao país do Nilo para ser preso, julgado e punido. E como havia afrontado diretamente o poder do Faraó, seria morto sem dó nem piedade. Nenhum fugitivo da justiça faraônica, tendo amor à própria pele, cometeria erro tão primário.

Retenha-se que a preocupação em dar um sumiço na indumentária seria uma providência tomada imediatamente por qualquer fugitivo do vale do Nilo. Sendo o centro de uma magnífica civilização, o Egito constituía um pólo de atração e não de retração de pessoas no antigo Oriente Médio. Ninguém imigrava do Egito. Saíam do país unicamente os proscritos e os criminosos. Se um egípcio estava fora do país, boa gente não era.

Aliás, tal precaução está registrada num clássico literário do antigo Egito: A História de Sinuhe. Este texto, um autêntico best seller datado do início do ano 2000 A.C., foi copiado por gerações sem conta, tamanha a popularidade que conquistou no imaginário popular dos egípcios.

Esta jóia da literatura da antiguidade narra a história de Sinuhe, que como Moisés, comete um crime e foge da fúria do  Faraó tomando o rumo do deserto. E qual a primeira atitude de Sinuhe? Tirar as vestes egípcias e adotar imediatamente as roupas dos beduínos.

Isto porque quem está na condição de fora da lei não pode dormir no ponto. Tem que se esconder noutro espaço e também disfarçar sua própria identidade. Óbvio e Elementar.

Fica então uma pergunta no ar: Dado que Tzipporah não identificou Moisés como egípcio pelas vestes, logo, como sabia que o estrangeiro que era um egípcio?

Foi neste momento que Schwantes fez uma pausa e disse: “Foi pela pigmentação de Moisés”, sentenciou Milton Schwantes. Ou seja: Moisés era negro. Portanto, foi suficiente Tzipporah bater o olho no recém chegado para saber disso.

Certo é que esta interessante observação de Schwantes não foi feita ao sabor de um arroubo de oratória. Também não pretendia para gerar polêmicas a esmo, inevitáveis quando se sabe que a imagem construída de Moisés o coloca no plano das populações de tez branca. Como a propósito é o que testemunha a escultura de Michelangelo.

Na realidade, devemos asseverar que colocar um personagem como Moisés como pertencente ao campo da Africanidade por ser egípcio, faz sentido, e muito.

Trata-se de ponderação que pode parecer um despropósito para os não-iniciados em antropologia, história e geografia da África. Mas entenda-se: pretender que Moisés seria negro por ser egípcio é uma considerarão calçada em inúmeros e profundos estudos sobre o passado do país do Nilo.

No meu caso, desde criança escutava do meu pai, que era um leitor assíduo de arqueologia, ponderar que sobre a impossibilidade de um país banhado pelo Nilo, rio que comunica o Egito diretamente com o centro da África, ter conseguido se safar das influências procedentes do interior do continente. “Filho, o Egito não era branco de jeito nenhum”, disse-me várias vezes.

Mais tarde, no curso de Ciências Sociais, que freqüentei entre 1975 e 1981, estudei ampla literatura a respeito deste temário, instigante e pertinente. Até porque se trata de um debate indissociável da crítica dirigida ao leque de estratégias de desqualificação racial indistinguíveis do processo de expansão do mundo ocidental.

Certificando este ponto com maior precisão, a partir da empreitada das grandes descobertas, os ocidentais depararam com muitos povos que estavam distantes de qualquer estado considerado como “selvageria”. Pelo contrário, se distinguiam como gestores de notáveis criações em todos os campos do conhecimento.

Todavia, mesmo a existência de provas irrefutáveis da capacidade dos povos extra-europeus em encetar ousadas iniciativas no campo técnico, cultural e civilizatório em geral, foi insuficiente para frear a construção do mito da supremacia racial europeia.

Pelo que se pode conferir, o efeito foi exatamente oposto: o Ocidente entregou-se com apaixonada devoção ao trabalho de elaborar um sistema de justificativas que lhe garantisse um posto privilegiado diante de todos os demais povos e culturas.

E por privilegiado entenda-se: muito melhor do que os demais, superior, racialmente superior.

Assim sendo, diante do fato consumado de que a civilização humana foi em larga medida devedora de culturas não-ocidentais, a Europa passou a desenvolver teorias com intenção explícita de negar que tais realizações fossem de responsabilidade de não-brancos, teorizações que em especial, tiveram como um dos alvos preferenciais a civilização egípcia.

Não por outra razão senão pelo Egito ter alcançado brilhantes e magníficos sem paralelo na antiguidade. Isto no mesmo contexto em que os europeus disputavam cavernas com ursos. E, diga-se de passagem, frequentemente levando a pior.  

De vez que o passado condenava a Europa, para elaborar o mito da supremacia inata dos brancos europeus, urgia, pois encontrar uma forma de reverter, mesmo que mascarando e falseando para com a verdade, o que simplesmente não podia ser revelado.

No caso do Egito, este desafio era maior. Se o país do Nilo já transparecia como um incômodo aos olhos europeus por ser uma antiga e grande civilização situada fora da Europa, tratava-se paradoxalmente de uma nação localizada na África e para piorar ainda mais, apresentava fortes conexões com o mundo negro.

À vista disso, o Egito faraônico passou a ser desde o Século XVIII apropriado pela história ocidental através da negação pura e simples dos elos mantidos com a Africanidade. Assim, uma série imensa de textos e imagens passou a definir os antigos egípcios e suas esplêndidas conquistas culturais como obra de povos de tez clara.

Levada às últimas conseqüências, tal ideação arianizou uma civilização que do ponto de vista geográfico, histórico e cultural sempre foi africana, fabulação realizada a partir da construção de imagens míticas de fundo racial, propaladas por uma série de produtos culturais.

Para conferir esta assertiva, basta recordar a profusão de películas cinematográficas com egípcios alvos, quando não loiros, altos, de olhos azuis e apresentando feições impecavelmente germânicas, que surgem iluminados sob os fortes raios do Sol que banham o país do Nilo.

Entretanto, as características fenotípicas destes “egípcios” de Hollywood destoam inteiramente dos grupos que originalmente ocuparam a calha do Nilo. A despeito do relativo sucesso em arianizar o imaginário social referente ao Egito, tais fabulações são de tal modo incongruentes e inverídicas, que inspiraram reações críticas a este Egito ficcional.

Nesta senda, desde os anos 1950, e com mais força a partir dos anos 1970, com a realização de investigações apoiadas por entidades como a UNESCO (acrônimo em inglês de Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), variada gama de estudiosos e investigadores colocou em cheque a imagem de um Egito adaptado à pretensão de uma superioridade branca, sendo cientificamente revista e retificada.

Ainda assim, apenas a muito custo logrou-se a reintegração do Egito com o teatro histórico, cultural e geográfico ao qual pertence: a África.

Num exemplo quase alegórico, a tese de doutorado do historiador e antropólogo senegalês Cheik Anta Diop (1923-1986), versando sobre a raiz africana da civilização egípcia - conceito que hoje goza de plena aceitação acadêmica - instigou, na época, acesas controvérsias. Tanto assim que a tese de Diop foi rechaçada na Universidade de Paris-Sorbonne em 1951 e aprovada somente numa segunda apresentação do trabalho em 1960.

Outra exemplificação é um depoimento de outro grande amigo também falecido, o jornalista Antônio Lúcio Nogueira (1945-2015), decano dos jornalistas negros do Brasil. 

Certa ocasião, palestrando numa universidade do interior do Estado de São Paulo no ano 2000, Lúcio confidenciou-me que ao asseverar que o antigo Egito era uma civilização negra, metade da platéia literalmente “surtou”. Houve até mesmo quem protestasse que a fala de Lúcio constituía um “exagero”. Outros ainda expuseram cinicamente indignação por meu amigo insistir no que consideravam como sendo “um mero detalhe”.

Todavia, atente-se que independentemente do que é debatido nas universidades, são muitas as provas de que a percepção que os egípcios faziam de si mesmos sempre apontam para uma auto-imagem imersa na Africanidade. É o que pode ser observado nos murais resgatados das areias pelos arqueólogos, dentre os quais, a pintura encontrada na tumba de Khnumhotep, em Beni Hassan (FIGURA 2).

FIGURA 2 - Funcionários do Faraó repertoriando a passagem de um grupo de nômades semitas por um posto fronteiriço egípcio (cerca de 2.400 A.C.)

Este mural retrata procedimentos burocráticos cotidianos de fiscais fronteiriços no contato com populações semíticas, procedendo a registros e identificação de um grupo composto por famílias e rebanhos. Os semitas são facilmente reconhecíveis pelo vestuário e pelo padrão dos tecidos; por instrumentos musicais e armas; pelo corte de cabelo e da barba; pelas sandálias e galochas que usam.

Mas interessantemente, o que mais chama a atenção é a cor da pele do grupo nômade em contraste com a pigmentação dos burocratas egípcios: tênue para os semitas, mais forte para os egípcios. Uma das provas cabais, dentre muitas outras, de que os egípcios não se consideravam - até porque não eram - um povo branco.

Então estando claro que sendo Moisés negro por ser egípcio, outro aspecto não negligenciável da egipcianidade deste herói bíblico seria o próprio nome. Conforme frisamos nos parágrafos anteriores, a Bíblia demonstra claro cuidado com questões relativas a nomes, assim como para epítetos e patronímicos.

Não por acaso, no Livro de Bereshit (בראשית) ou Genesis, Deus nomeia cada uma das entidades que formam a criação, dando-lhes um nome que granjeia substância à identidade e posição ocupada por cada item no conjunto de sua obra.

Do mesmo modo, frisa que Ruth, ancestral de Davi, era moabita e que Urias, cuja esposa Batsebá ou Betsabé era desejada por Davi, era um Hitita. Igualmente informa que o profeta Sofonias era um cushita, ou dito de outro modo, negro.

Pois bem: a origem hebraica do nome Moisés (מֹשֶׁה, Moshe), não é em absoluto um consenso. O caráter egípcio do nome Moisés foi repetidamente reconhecido como tal por renomados autores judeus em diversos contextos e épocas.

A saber: Filon de Alexandria (20 A.C-50 D.C.) associou o profeta à terminologia egípcia para água. Já Flavius Josefus (28-100 D.C.), o mais ilustre historiador judeu da era romana, confirma do mesmo modo esta pista etimológica.

Para arrematar, ninguém menos que o icônico linguista judeu de origem iraquiana Abraham Shalom Yahuda (1877-1951), baseado na ortografia presente no Tanach (תַּנַ"ךְ), a ordenação específica dos livros bíblicos pela tradição judaica, argumenta que as raízes do nome Moisés geram o sentido ampliado de “filho do Nilo”. Qual seja: egípcio.

E não poderia ser de outro modo. Sendo os egípcios um povo não-branco, como poderia Moisés não ter características egípcias se foi criado na corte do Faraó?

Com certeza, como no mural de Beni Hassan, os egípcios sabiam que se distinguiam dos demais povos por diversas características, dentre as quais as herdadas do contexto africano no qual viveram e criaram sua civilização. Um Moisés não-egípcio certamente não passaria batido. Ainda mais na corte do Faraó.

No mais, e ao menos este é o entendimento do autor deste texto, que é judeu e que a esta condição agrega a de ser orgulhosamente um antropólogo africanista, inteligivelmente a discussão sobre a pigmentação maior ou menor de Moisés não faria qualquer sentido.

Todos os humanos pertencem à mesmíssima espécie, independentemente de traços fenotípicos, da bagagem cultural, classe social, gênero, nacionalidade, religião ou opção sexual. Nada disso na realidade importa na perspectiva de uma Humanidade que embora globalizada, segue desunida e fragilizada.

Contudo, o debate sobre a Africanidade de Moisés, e identicamente de uma série de contribuições acintosamente roubadas da África, torna essencial uma discussão que também seja feita nestes termos com o fito de recuperar o que há de africano na cultura universal.

Foi o Ocidente - e não a África - que transformou o critério de raça numa sintaxe matricial da discriminação, ao arrepio de todas as antigas tradições de todos os povos. Inclusive da Bíblia, que como sempre enfatizava Milton Schwantes, insiste no caráter único da Humanidade.

Portanto um Moisés negro é neste sentido, tão interessante quanto um Moisés branco. E se alguém se incomodar com uma negritude possivelmente adereçada a Moisés, que então engula este sapo.

Por mim tudo bem. É isso. Simples assim.


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MAURÍCIO WALDMAN é jornalista, antropólogo, pesquisador, editor, consultor ambiental e professor universitário. Participou no movimento ecumênico e trabalhou no Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI). Autor de 16 livros e de mais de 600 artigos, textos acadêmicos e pareceres de consultoria, Waldman fez três traduções matriciais: Manifesto Eco Modernista (An Eco Modernist Manifesto, Breakthrough Institute), inglês-português (2015), O Ecologismo dos Pobres, de Joan Martínez Alier (2007), do espanhol para o português e Cinquenta Grandes Filósofos, de Diané Collinson (2004), do inglês para o português. Maurício Waldman é graduado em Sociologia (USP (1982), Mestre em Antropologia (USP, 1997), Doutor em Geografia (USP, 2006), Pós Doutor em Geociências (UNICAMP, 2011), Pós Doutor em Relações Internacionais (USP, 2013) e Pós Doutor em Meio Ambiente (PNPD-CAPES, 2015).


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