quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

AS TORRES GÊMEAS DE BRASÍLIA



Em dado momento senti-me instado a escrever sobre o Congresso Nacional, juridica e institucionalmente a Casa do Povo por excelência. No mais porque esta instituição tem caído literalmente na boca do povo.

Para completar, a Internet e o Facebook exibem com imensa prodigalidade mensagens e banners com foco no Congresso. E cumpriria dizer, com mensagens que digamos assim, expressam certa fúria e indignação.

Em especial, chamou-me a atenção inúmeras postagens fazendo analogia direta às Twin Towers de Nova York. No lugar dos notáveis edifícios destruídos para sempre, lá estão as Torrês Gêmeas de Brasília, fumegando ou prestes a tal.

Deste modo eis que é possível apreciar a fúria mencionada devidamente formatada num cenário imagético condizente ao que se augura repetir no Planalto Central em termos do 11 de Setembro de 2001, dia em que asseclas do terrorrista Bin laden destruíram o imponente marco novaiorquino das Twin Towers para sempre.

Com o intuito de decifrar o que sustenta o subtexto das postagens e dos banners, decidi então discutir as motivações e implicações destas mensagens num artigo de acesso público, iniciando, é claro, com apontamentos relacionados ao 11 de Setembro de 2000. 

Como se sabe, neste dia um ousado plano esboçado por Osama Bin Laden, chefe supremo da organização radical islâmica Al-Qaeda, levou a cabo três impressionantes ataques em solo norte-americano, utilizando como arma aviões civis sequestrados.

Desde o bombardeio japonês da base naval de Pearl Harbor, no Havaí, quando então os Estados Unidos, praticamente de uma hora para outra, foram obrigados a perceber que não eram invulneráveis, nunca acontecera agressão tão direta no território dos EUA. E ainda por cima, bem no coração da poderosa potência mundial.


Na sua apoteose mais midiática, dois aviões sequestrados pelos ativistas da Al-Qaeda foram arremessados contra as Twin Towers - as Torres Gêmeas - do World Trade Center (WTC), em Nova York. Totalmente abaladas pelo choque, as Torres Gêmeas entraram estrepitosamente em colapso, ruindo às vistas de milhões de espectadores. Tudo praticamente on line (FIGURA 1)


FIGURA 1: Momentos que antecederam o arremesso de avião sequestrado na segunda das Twin Towers no 11 de Setembro (Foto: < https://www.emaze.com/@ALZZOLRZ/Presentation-Namehttps://www.emaze.com/@ALZZOLRZ/Presentation-Name >).


Neste ínterim, em Washington, o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, era também fulminado por um comando suicida da Al-Qaeda e a Casa Branca, o terceiro alvo da Al-Qaeda, por pouco deixou de ser riscada do mapa.

Isto porque a reação dos passageiros do avião sequestrado impediu a destruição do edifício presidencial norte-americano. Porém, provocando a queda da aeronave e a morte de todos que estavam a bordo, tanto dos passageiros quanto os extremistas da Al-Qaeda.

O impacto “antropo-lógico” dos ataques de 11 de Setembro foi tremendo. A imagem das Torres Gêmeas fumegando e ardendo em chamas, para depois desabarem de um modo que nem Hollywood seria capaz de conceber, tornou-se a representação mais acabada do potencial destrutivo do terrorismo, assim como da dificuldade dos modernos sistemas de defesa em rastrearem e de reagir diante do inusitado.

Com efeito, o êxito de um ato terrorista - qualquer que seja -, enquanto violência qualitativa tem uma eficiência calcada em estratégias de ação pontual. Os atentados concentram-se em pontos circunscritos no tempo e no espaço, com ataques impecavelmente cirúrgicos, apanhando de surpresa os sistemas de inteligência. Pior, são praticados por indivíduos ou grupos que transitam incognitamente pela massa da população de um país (Nota 1).

Há igualmente um componente espetacular nos atentados: miram objetos espaciais icônicos, quase sempre localizados nas capitais e à luz do dia, permitindo que sejam intensamente noticiados, exibidos na TV, filmados e fotografados por celulares, postados nas redes sociais ou mesmo acompanhados in situ por milhões de pessoas.

A isto se soma uma inoculação do medo. Esta key-word é implícita em ações que paralisam a capacidade reativa do establishment, e ao mesmo tempo, impactam de modo cabal a opinião pública dos grandes centros urbanos.

Nesta lógica, os ataques de 11 de Setembro, em razão do ineditismo, terminaram assimilados através da percepção informacional - independentemente do repúdio ou não ao evento -, como atos capazes de abalar o poder estabelecido, nexo que subliminarmente traduz as contradições e ambiguidades que perpassam pelo afazer político da Modernidade, suas instituições e modus operandi.

Pois então, eis que esta percepção modelar, assimilada por amplo rol de peças de crítica política, adotando amiúde as icônicas Twin Towers como eixo de significação, foi midiaticamente entronizado pelo imaginário social global, ajustando-se a diversas realidades, inclusive a brasileira.

É o que pode ser constatado nas próprias páginas da Internet no Brasil. Figurações com base nas Torres Gêmeas fazem presença nos materiais postados no Facebook. Em especial desde 2013, ano em que os protestos populares contrários à condução política e econômica do país encorparam mobilizações sem precedentes em toda a história urbana moderna do Brasil.

Uma das postagens, absolutamente representativa, coletada pelo autor deste artigo, reclama a atenção. É a que exibe um avião cujo alvo é a conhecida estrutura do Congresso Nacional em Brasília, obra de Oscar Niemeyer, com as duas torres situadas entre as meias-luas das casas do Congresso e do Senado repetindo o papel de alvo das investidas dos comandos da Al-Qaeda aos 11 de Setembro (Nota 2).

A montagem, uma clara analogia cinemática com as Twin Towers, é portadora, junto ao campo perceptivo político brasileiro, de mensagem claríssima: trata-se de ação visando destruir de modo inapelável um objeto espacial identificado com o funcionamento do poder legislativo, no caso, adereçado de uma evocação onírica: “Sonho de Brasileiro” (FIGURA 2).

FIGURA 2: Montagem “clone” do 11 de Setembro no Brasil que circulou ad nauseam Facebook durante as jornadas de manifestações do ano de 2013 na Internet brasileira.

Como não poderia deixar de ser, este banner provocou reações intempestivas nos parlamentares brasileiros, pouco acostumados a serem questionados publicamente. Mexendo na honra dos nobres deputados, foi uma das que animaram seguidas investidas de amordaçar a Internet.

Imagem polêmica num país onde as instituições se não são aceitas como plenamente filiadas a um ideal republicano são ao menos temidas, suscitaria, pois, uma reflexão sobre os sentidos inseridos na imagem. No final das contas, quando uma contradição é agraciada de expressão, se torna possível trocar a incompreensão pela explicação.

Nesta perspectiva, recordemos as ponderações do cientista político alemão Joachim Hirsch (Nota 3). 

Pouco citado no Brasil (mesmo porque a universidade praticamente o desconhece), para Hirsch, no mundo contemporâneo a existência da ordem política, e por extensão do aparato estatal, está empapado de litígios conotados por contraposições atadas aos humores da economia, reivindicações sociais e demandas dos cidadãos, mormente dos menos favorecidos.

Disto se coloca que a máquina estatal teria por meta, ao menos em tese, prestar-se a uma compatibilização propiciadora de um mínimo de equilíbrio, fomentando assim a legitimidade do sistema como um todo.

Contudo esta missão colocada ao Estado moderno tem sido marcada no Brasil por um sofrível desempenho das instituições políticas. O que a história brasileira registra é a perpetuação de um aparato estatal ancorado em fragilidades estruturais, ditadas por acentuadas e ininterruptas disritmias sociais, políticas e econômicas.

Nunca enfrentadas ou equacionadas, estas influenciam, corroem e questionam em caráter permanente a frágil e gelatinosa representatividade do aparato estatal, algo que desde a independência jamais se tornou efetiva.

Como assegurou o olhar penetrante do geógrafo Milton Santos, o Estado brasileiro tem por tarefa precípua um papel mistificador, propagador, ou mesmo gerador de uma ideologia de modernização, de paz social e de falsas esperanças, fabulação que nem de longe é capaz ou se mostra disposto a transferir para o mundo real. Poderíamos arrematar, sequer minimamente (Nota 4).

Saliente-se de pronto que os dois autores calçam contestações aos posts da Internet, particularmente que Brasília pudesse estar na agenda dos delitos perpretados por Bin Laden e seus asseclas.

Assim, contrariando postagens reportando às duas torres de Brasília vulgarizadas através do Facebook, ambas materializam referências que no plano da materialidade social, não possuem qualquer conectividade com as Twin Towers. Logo, os apelos que veiculam são carentes de capilaridade com a realidade concreta (FIGURA 3)

FIGURA 3: Post explicitando analogia visual do edifício do Congresso com as Torres Gêmeas, acompanhada de apelo a Osama Bin Laden.

Indo direto ao ponto, primeiramente tem-se que o Brasil dispõe de escassa projeção no cenário econômico internacional. Convenhamos, o país não é um centro decisório mundial. E como que selando tal condição, as sucessivas políticas econômicas encetadas no Brasil, notadamente na Era Lula & Dilma Rousseff, pavimentaram o caminho para a grande crise que passou a ensombrar o cotidiano de ampla maioria dos brasileiros.

Na prática, desde os anos 2000 o Brasil despontou como uma “economia baleia”: de grande volume, porém lerda e com baixa produtividade, sufocada pelo peso de uma incompetente ingerência estatal e com desprezível interação com uma ordem global composta não por cetáceos, mas por ágeis tubarões tecnificados.

Cada vez mais dependente do mercado de commodities da agricultura, da pecuária e da mineração, o país patinou em todos os segmentos da inovação, ao mesmo tempo em que perseveraram vexatórios indicadores de baixo aproveitamento educacional, o sucateamento da indústria e o desperdício da capacidade laboral de milhões de jovens sem trabalho.

Em segundo lugar, o criativo neologismo “Belíndia”, popularizado pelo economista Edmar Bacha nos anos 1970 mantém toda sua atualidade. Para Bacha, um dos pais do Plano Real, Belíndia seria um país imaginário no qual conviviam duas realidades antagônicas: uma Bélgica faustosa e uma Índia paupérrima.

Portanto, uma nação dividida a espelhar os desajustes sociais crônicos do Brasil, alegoria de um país socialmente separado por um fosso que jamais foi suavizado. Salvo se levarmos em conta os incensados ”ganhos sociais” da Era Lula & Dilma Rousseff.

Contudo, trata-se de notação absolutamente controversa. Até porque pouco houve de substantivo ou sustentável, tal como a terminologia passou a transitar entre os economistas, em termos de desentravar as estruturas da desigualdade social no país.

Que o digam em 2016, em face da notória continuidade da estagnação econômica, os 26% de jovens sem trabalho, os 13 milhões de desempregados e os incontáveis milhões de menos pobres que retornaram ingloriamente ao patamar da antiga miserabilidade.

Em terceiro lugar, no plano científico, aparte poucas e isoladas ilhas de excelência, o país é solenemente desconhecido na cartografia do conhecimento mundial. Claro sinal da indigência da academia brasileira, o Brasil é a única nação emergente no Planeta que até hoje não foi granjeada com sequer um Prêmio Nobel.

Note-se que a África do Sul, que sendo um país africano termina desqualificada por correntes de opinião preconceituosas e racistas, colecionou 11 Prêmios Nobel. Ou seja: onze vezes mais do que o Brasil, caso, é claro, se o país tivesse ao menos um Prêmio Nobel. Contudo, o país é zero em Nobel. E onze vezes zero é zero.

Assim, em sendo este o contexto vivenciado pelo país, um ataque dos comandos da Al-Qaeda ao Brasil seria absolutamente duvidoso.

No mais, Bin Laden, até o ano de 2011, quando foi justiçado sumariamente pela rede de espionagem dos Estados Unidos no Paquistão, tinha por meta desestabilizar os grandes polos do poder ocidental, prerrogativa rigorosamente ausente para países como o Brasil.

Entretanto, este elenco de características pouco notáveis poderia esgotar a discussão sobre as imagens postadas nas redes sociais não fosse o fato de que não são pertinentes ao que os próprios posts veiculam. No final das contas, o alvo de Bin Laden nos posts é o Congresso. Não é o país.

Nesta linha de abordagem, seria meritório alinhavar que transformar o complexo arquitetônico do poder legislativo em alvo iconográfico de um ataque ao melhor estilo Bin Laden é uma crítica política, mesmo porque o próprio alvo é uma imagem política.

Reconhecidamente um espelho da arquitetura nacional de poder, seria pertinente então ressalvar que o arremesso de aviões no Congresso simboliza antes o repúdio a um modo de ser, pensar e agir da política nacional, que justamente compõem o cerne da personalidade política do legislativo.

Neste particular, note-se que o mandonismo político tem sido regra geral na história do país. Embora seguidamente reapresentado sob novas roupagens, metamorfoseado sem alterar sua essência ou tão só mantendo-se num status de cláusula pétrea, a força inercial dos alicerces sociais, culturais, políticos e econômicos mais profundos tem sua manifestação exemplar nas casas do Congresso.

O Congresso Nacional é um espaço a titularizar mudanças, que até ocorrem, mas sob o signo de etapas e saltos, combinando atrasos e progressos, épocas de turbulência com lapsos de relativa e enganosa trégua nos conflitos que assediam a quietude pretendida pelas elites políticas.

Neste afazer, as tarefas da democratização, frequentemente bajuladas, proclamadas e mascaradas por discursos emancipadores, são quase sempre adiadas e engavetadas, num burlesco jogo de mistificação que se tornou uma praxe política consagrada do parlamento brasileiro.

Reconhecidamente podem existir exceções a este veredicto. Porém, com base nesta mesma lógica, eventuais bons congressistas antes confirmam, e não negam de modo algum a regra geral do Congresso. Daí a prédica relativa à incapacidade cabal do legislativo em proceder a uma autodepuração.

Isto posto, objetivamente alheios a programas de ação com autêntico enraizamento popular, os pactos políticos contrapõem narrativas que insistindo na renovação, modernização e quando não apelando para uma noção abstrata de vontade popular, não conseguem conter a propensão em repetir antigos vícios e malfeitos (FIGURA 4).


E se for para exemplificar o que ponderamos mesmo copiosos rios de tinta seriam insuficientes para tal. No Congresso, tem “um muito de tudo” para todos os gostos: malfeitos e mazelas sempre canonizadas pelo evangelho do Estado Democrático e de Direito.

Neste seguimento teríamos sinteticamente: parlamentares respondendo a processos por homicídio, estupro, grilagem de terras, tráfico de drogas e compra de votos; partidos de aluguel; deputados que fazem carreira em nome da moralidade num país onde falta pão; representantes do povo que são gazeteiros contumazes e assim por diante.

E seja qual for a conduta dos parlamentares, estes sempre são regiamente pagos e desfrutam benefícios que nem o regime do Apartheid na antiga África do Sul ousava exibir em cores tão despudoradas, a começar pelo foro privilegiado, artifício que divide juridicamente os participantes da república em duas castas rigorosamente segregadas.

Este pano de fundo notoriamente venal é comumente azeitado com dinheiro desviado de empresas públicas, as mesmas defendidas por variadas correntes partidárias para mantê-las, é claro, sob as rédeas do mesmo Estado corrupto, colocado sob a batuta de políticos também corruptos.

Isso como se não fossem satisfatórios os mimos e os ganhos extraordinários, sem paralelo no mundo civilizado, que os nobres deputados desfrutam por exercerem tão digno cargo em nome do povo.

Tudo isso acontece num país que prima por toda sorte de dessimetrias sociais, que se associam com múltiplas prevaricações de índole étnica, racial, de gênero e de opção sexual.

Nesta sequência, grandes camadas da população brasileira foram, até por falta de opção em razão dos protocolos republicanos que ornamentam o ideário nacional, adereçadas dalgum tipo de verniz participativo. Mas jamais de cidadania plena e muito menos de capacidade de intervenção na máquina de poder.

Neste caldo de cultura, vicejaram governos populistas que progrediram em meio ao aparelhamento do Estado e da exploração demagógica das contradições sociais em proveito próprio, montando máquinas de dominação vitaminadas pela corrupção e pelo desmando para com os bens públicos.

Sejamos claros: unicamente o desmonte da atual estrutura de Estado será possível trazer alguma esperança à nação brasileira. Claro que isto não é uma tarefa histórica a ser cumprida por intelectuais isolados, vanguardas iluminadas ou academias perdidas em tentar decifrar o que os pensadores estrangeiros têm a nos dizer.

O que se tem pela frente é uma tarefa ampla e coletiva, reunindo todos os segmentos da sociedade brasileira. Exatamente por esta razão não teria cabimento a repetição do episódio das Twin Towers no Brasil.

Além de infrutífero - pois certamente seria construído outro Congresso, igualzinho a este e com verbas arrecadadas dos representados -, nada seria mais conservador do que uma saída a la Bin Laden.

Neste sentido, é evidente que não existe nada no Congresso dito nacional, tal como este hoje se apresenta, a animar qualquer propensão reformista. As duas torres do Planalto Central precisam ser totalmente repaginadas com base num ideário autenticamente nacional, na forma e na essência.

Isto porque o Congresso, por tudo o que foi dito, é pura e simplesmente irreformável.

Portanto, quando muitos parlamentares manifestam incômodo com o que é postado na web sobre sua pouco honorável folha de serviços, é importante lembrar que a alternativa de explodir o legislativo com aviões constitui tão só um ato de principiantes diante do que a história efetivamente trouxe à luz em muitíssimas ocasiões.

Quem estuda sabe que povo na rua é muito mais que um simples aviãozinho suicida. É um aviso talvez fatídico. Portanto, merece a atenção de todos.

A começar pelos fiadores da ordem política, que gostem ou não, continuam a serem vistos como responsáveis diretos por tudo que acontece no país.

Simples assim.


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SOBRE O AUTOR
MAURÍCIO WALDMAN é jornalista, antropólogo, pesquisador, editor, consultor ambiental e professor universitário. Autor de 16 livros e de mais de 600 artigos, textos acadêmicos e pareceres de consultoria, Waldman fez três traduções matriciais: Manifesto Eco Modernista (An Eco Modernist Manifesto, Breakthrough Institute), inglês-português (2015), O Ecologismo dos Pobres, de Joan Martínez Alier (2007), do espanhol para o português e Cinquenta Grandes Filósofos, de Diané Collinson (2004), do inglês para o português. Maurício Waldman é graduado em Sociologia (USP (1982), Mestre em Antropologia (USP, 1997), Doutor em Geografia (USP, 2006), Pós Doutor em Geociências (UNICAMP, 2011), Pós Doutor em Relações Internacionais (USP, 2013) e Pós Doutor em Meio Ambiente (PNPD-CAPES, 2015).


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(1) WELLAUSEN, Saly da Silva. Terrorismo e os atentados de 11 de setembro. In: Tempo Social, 14(2): 83-112, outubro de 2012. São Paulo (SP): Revista da Sociologia USP. 2012.

(2) Registre-se a existência de peças alegóricas com maior conteúdo técnico, mas com o mesmo tipo de abordagem, igualmente disseminadas nas redes sociais:
https://www.youtube.com/watch?v=VWimpA18AYw

(3) HIRSCH, Joachim. Teoria Materialista do Estado - Processos de transformação do sistema capitalista de Estados. Rio de Janeiro (RJ): Revan. 2010.

(4) SANTOS, Milton. Por Uma Geografia Nova: Da crítica da geografia a uma geografia crítica. São Paulo (SP): coedição Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP) e Editora de Humanismo, Ciência e Tecnologia (HUCITEC). 1978.

























2 comentários:

  1. Incrível, em meus pensamentos imaginava as duas torres de Brasília e às associada ao evento em 2001, oportuna analogia. mas, quando a casa estará cheia? Sugiro drogas jogando ovos de ema! !

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